Não tenho mais cura e não há mais saída
Minhas alucinações são tão gritantes que já considero isso parte da minha vida
O pior é que ela me persegue como cães famintos em busca de alimento que eu não posso dar
E não da pra simplismente fingir que isso da pra se controlar
Tenho medo da minha sede de vingança
Tenho medo do meu ódio e falta de esperança
Tenho medo da minha dupla personalidade
Tenho medo da minha alta capacidade de maldade
Muito medo quando fico feliz, pois a alegria me leva pro obscuro da insanidade
Muito medo quando fico triste, me faz causar atitudes pateticamente impensadas em prol da infelicidade
Desejos, anseios, ansiedade, que quando saciados, não me trazem arrependimento
Sonhos que mais parecem premonições. Na verdade não tenho medo, gosto desse lado sombrio, pesado, que achei que tivesse controlado
Mais uma faísca e tudo volta, com mais peso e necessidade de saciar meus devaneios de maldade
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